Há uma paranóia, uma ausência no ar, uma falta, um resto.
Procura-me! Sente a minha falta, como eu sinto a tua presença!
Já não te vejo, imagino-te... nos meus planos, no meu caminho.
Já nada é real, apenas sentido, desenhado!
A morte está perto, e não falo da falta de respiração...
mas da decomposição de pensamentos, de clemência para mim...
domingo, 3 de março de 2013
Vagabundos
Sentei-me nos pés lamacentos, deitei-me na correria louca,
levantei-me no corpo morto : Olá, não estou a viver!
A cura seria resgatada por mim, vestido de super herói de flanela.
O que é a cura? não é uma utopia dos sonhos?! Amanhã vai ser o dia, se o vir!
A distância de mim foi crescendo como uma criança, quando dei por ela, já não a via, só me lembrava...
Tudo sai triste, qualquer coisa que entra não é alegria. Como raios, podem vir a iluminar...
Já não há sentido nas frases, elas trespassam o interior, e esse, está deteriorizado,
afogado no seu próprio sangue, no seu próprio ar... a sua suposta salvação!
Sinto-me só, mas essa faz-se um peso pelo seu excesso de companhia, sufoca-me!
Tal como as vozes, essas não se calam... e voltamos ao eco, ao terror do eco!
levantei-me no corpo morto : Olá, não estou a viver!
A cura seria resgatada por mim, vestido de super herói de flanela.
O que é a cura? não é uma utopia dos sonhos?! Amanhã vai ser o dia, se o vir!
A distância de mim foi crescendo como uma criança, quando dei por ela, já não a via, só me lembrava...
Tudo sai triste, qualquer coisa que entra não é alegria. Como raios, podem vir a iluminar...
Já não há sentido nas frases, elas trespassam o interior, e esse, está deteriorizado,
afogado no seu próprio sangue, no seu próprio ar... a sua suposta salvação!
Sinto-me só, mas essa faz-se um peso pelo seu excesso de companhia, sufoca-me!
Tal como as vozes, essas não se calam... e voltamos ao eco, ao terror do eco!
O nu e o cru!
Aquando o teu olhar recair no meu sofrimento
Esperança, a minha, implora que seja tempo de não existir!
São os desejos, algo pelo qual... ou não, apenas mais uma mentira.
O resumo é curto e directo, não lhe retiro o que tem de macabro...
Já sonhei, já acordei, e ambos são tão difíceis separados
e a ironia está no facto de não saber como são juntos.
O sorriso, esse já não me é familiar, traz uma máscara, gosto mais dela que dele.
A lágrima, essa já não faz sentido, já não me lava a cara, apenas corrói.
Perdeu a piada, tudo!
Tento encontrar a graça nesta hora desencontrada,
quero viver mas não aqui.
Caí no ridículo de mim própria, cai no ridículo de não saber.
já não existem pensamentos, apenas tormentos.
Seria do Eco, copiar esse eco...talvez a salvação esteja na cópia
na cábula, porque o "nu e cru" já provou o seu ponto de vista!
Sim, acordava e realizava! Sim, imaginava e acontecia!
Não, não, não... Eu queria, mas não podia!
Faz-me lembrar de mim, mas não o que existe.
Só aquele que idealizei,
faz-me o favor...
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