Sentei-me nos pés lamacentos, deitei-me na correria louca,
levantei-me no corpo morto : Olá, não estou a viver!
A cura seria resgatada por mim, vestido de super herói de flanela.
O que é a cura? não é uma utopia dos sonhos?! Amanhã vai ser o dia, se o vir!
A distância de mim foi crescendo como uma criança, quando dei por ela, já não a via, só me lembrava...
Tudo sai triste, qualquer coisa que entra não é alegria. Como raios, podem vir a iluminar...
Já não há sentido nas frases, elas trespassam o interior, e esse, está deteriorizado,
afogado no seu próprio sangue, no seu próprio ar... a sua suposta salvação!
Sinto-me só, mas essa faz-se um peso pelo seu excesso de companhia, sufoca-me!
Tal como as vozes, essas não se calam... e voltamos ao eco, ao terror do eco!
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