domingo, 3 de março de 2013

A hora

Há uma paranóia, uma ausência no ar, uma falta, um resto.
Procura-me! Sente a minha falta, como eu sinto a tua presença!
Já não te vejo, imagino-te... nos meus planos, no meu caminho.
Já nada é real, apenas sentido, desenhado!
A morte está perto, e não falo da falta de respiração...
mas da decomposição de pensamentos, de clemência para mim...

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